Curiosidades

A curiosa origem do Dia das Bruxas

O Dia das Bruxas é conhecido mundialmente como um feriado celebrado principalmente nos Estados Unidos, onde é chamado de Halloween. Mas hoje em dia é celebrado em diversos outros países do mundo, inclusive o Brasil, onde hábitos como o de ir de porta em porta atrás de doces, enfeitar as casas com adereços "assustadores" e participar de festas a fantasia vêm se tornando mais comuns. Mas sua origem pouco tem a ver com o senso comum atual sobre esta festa popular. Entenda a seguir como ela surgiu. De onde vem o nome? O Halloween tem suas raízes não na cultura americana, mas no Reino Unido. Seu nome deriva de "All Hallows' Eve". "Hallow" é um termo antigo para "santo", e "eve" é o mesmo que "véspera". O termo designava, até o século 16, a noite anterior ao Dia de Todos os Santos, celebrado em 1º de novembro. Mas uma coisa é a etimologia de seu nome, outra completamente diferente é a origem do Halloween...
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Lilith: a primeira mulher de Adão, segundo o evangelho original

No ano de 325 d.C foi realizado o I Concílio de Nicéia, presidido pelo imperador romano Constantino. O Concílio teve como objetivo reunir bispos de todas as regiões onde em que havia cristãos para discutir e definir temas fundamentais do Cristianismo, tais como a data da Páscoa, e se Cristo era um ser criado (doutrina de Arius) ou não criado, e sim igual e eterno como Deus Seu Pai (doutrina de Atanásio). Além de condenar, rejeitar e retirar da Bíblia os chamados evangelhos apócrifos (ou gnósticos), aqueles que, segundo o Concílio foram escritos sem a “inspiração Divina”por irem contra os dogmas estabelecidos pelos bispos. Vários evangelhos originais daquela época, que deveriam estar na Bíblia, foram retirados. Tais como o evangelho de Maria Madalena, Tomé, Judas, Jesus e Gênesis II. Foi decidido que no Concílio de Nicéia que esses evangelhos deveriam ser destruídos, mas nem todos foram. Em 1945, próximo à cidade de Nag Hammadi (Egito), 52 cópias de textos antigos, chamados de evangelhos gnósticos, foram encontradas...
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A guerreira que abriu caminho para as mulheres brasileiras nos livros de História

Anita Garibaldi, cuja morte completa 195 anos nesta semana, foi uma das poucas mulheres a conseguir despontar em um universo majoritariamente masculino: as páginas dos livros didáticos sobre a história brasileira. Um dos motivos, apontam pesquisadores, é o fato de sua trajetória fugir - e muito - do esperado para as mulheres de sua época. Em pleno do século 19, Anita escolheu não ter filhos ao ser casar pela primeira vez, se separou do marido para se juntar às tropas dos Farrapos e se tornou, com seu companheiro Giuseppe Garibaldi, uma heroína revolucionária não só no país, mas também na Itália. "Além de atuar na Revolução Farroupilha, no sul do Brasil, e em lutas no Uruguai, Anita também teve importante atuação nas guerras da unificação italiana junto a Garibaldi, que foi reconhecido como o maior herói daquele país", conta Cristina Scheibe Wolff, historiadora da Universidade Federal de Santa Catarina. "Ela se destacou em um campo que não era visto como possível para...
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Como Portugal comprou o Nordeste dos holandeses por R$ 3 bi

Mesmo depois de terem sido derrotados, os holandeses receberam dos portugueses o equivalente a R$ 3 bilhões em valores atuais para devolver o Nordeste ao controle lusitano no século 17. O pagamento ─ que envolveu dinheiro, cessões territoriais na Índia e o controle sobre o comércio do chamado Sal de Setúbal – correspondeu à época a 63 toneladas de ouro, como conta Evaldo Cabral de Mello, historiador e imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL), no livro O negócio do Brasil, que está sendo relançado em uma nova edição ilustrada pela Editora Capivara, de Pedro Correia do Lago, ex-presidente da Fundação Biblioteca Nacional. A edição original foi lançada em 1998. Em valores atuais, o montante equivaleria a 480 milhões de libras esterlinas (ou cerca de R$ 3 bilhões). O cálculo foi feito por Sam Williamson, professor de economia da Universidade de Illinois, em Chicago, nos Estados Unidos, e cofundador do Measuring Worth, ferramenta interativa que permite comparar o poder de...
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Garoto de 12 anos recebe nariz novo criado em sua própria testa

Médicos na Índia substituíram o nariz desfigurado de um garoto de 12 anos por outro que "cresceu" na sua própria testa. Arun Patel  (foto 1 destaque) sofreu deformações na face por causa de uma pneumonia quando era bebê. A infecção danificou a cartilagem do nariz, e os médicos não conseguiam reconstruí-lo. Uma operação semelhante foi feita na China em 2013. Neste caso, um homem (foto 2 destaque) recebeu um novo nariz após ter o seu desfigurado durante um acidente de trânsito. Alargador de tecido Os pais de Arun o levaram a um médico em seu vilarejo, no Estado de Madhya Pradesh, devido a uma pneumonia que ele teve logo após o nascimento. Mas o tratamento piorou seu estado e ele perdeu parte do nariz por causa dos grandes danos ocorridos no tecido. Mais de dez anos depois, um grupo de médicos na cidade de Indore decidiu fazer uma rara cirurgia plástica para dar a ele um novo nariz. O médico Ashwini Dash, que liderou a equipe,...
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O café mais caro do mundo é feito a partir das fezes do mamífero civetas

Segundo maior exportador de café do mundo, o Vietnã concorre com o Brasil no mercado internacional, mas a maior parte de sua produção é usada para alimentar a demanda por marcas genéricas de café instantâneo. Porém, o país do Sudeste asiático tem poucos rivais no que diz respeito ao caráter exótico de uma de suas variedades: é de lá que vem o Kopi Luwak, nome dado a um café produzido a partir de grãos defecados pelas civetas, um mamífero noturno que é parente da raposa e habita as florestas tropicais africanas e asiáticas. Um quilo do Kopi Luwak pode custar pelo menos US$ 400 (R$ 1,4 mil) no mercado americano e, em cafeterias mais requintadas, uma simples xícara pode sair por US$ 30 (R$ 100). Não por acaso, o produto volta e meia é descrito como o café mais caro do mundo. Mas qual é a razão de um preço tão salgado? Trata-se de uma combinação entre exotismo e forças de mercado....
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O primeiro computador da história? Conheça o objeto mais misterioso da história da tecnologia

Se não fosse uma forte tempestade na ilha grega de Anticítera, há pouco mais de um século, um dos objetos mais desconcertantes e complexos do mundo antigo jamais teria sido descoberto. Após buscar abrigo na ilha, um grupo de catadores de esponjas marinhas decidiu ver se dava sorte naquelas águas. Eles acabaram encontrando os restos de uma galé romana que havia naufragado havia 2 mil anos, quando o Império Romano começou a conquistar as colônias gregas no Mediterrâneo. Nas areias do fundo do mar, a 42 metros de profundidade, estava a maior reunião de tesouros gregos encontrada até então. Entre belas estátuas de cobre e mármore estava o objeto mais intrigante da história da tecnologia. Trata-se de um instrumento de bronze corroído, do tamanho de um laptop moderno, feito há 2 mil anos na Grécia antiga. É conhecido como máquina (ou mecanismo) de Anticítera. E mostrou ser uma espécie de máquina do futuro. No começo, as peças, cobertas por uma crosta e unidas após passar...
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Café: as vantagens e desvantagens dos métodos de preparo

Quem é brasileiro e gosta de café - quase uma redundância, já que a bebida está presente em 98% dos lares do país, segundo a indústria do setor - pode se surpreender com os métodos caseiros de preparo mais comuns no exterior. Na Inglaterra, por exemplo, o café coado, modo de extração mais popular no Brasil, é raro. Em casa e no trabalho, predomina a chamada prensa francesa, em que pó e água se misturam e um êmbolo com uma tela faz a filtragem. E olhe que o gosto pelo café já se espalhou há muito tempo pela Grã-Bretanha, coexistindo com a paixão pela cerveja e pelo chá, como afirmam os historiadores Peter Burke e Maria Lúcia Pallares-Burke, autores do recém-lançado Os Ingleses (editora Contexto). Mas há um método melhor do que outro? O café de coador de pano da vovó é mesmo insuperável? Para passar essa questão a limpo (e o café), o engenheiro agrônomo Pedro Ronca, produtor e especialista em...
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666: Desvendando o verdadeiro significado do ‘número da besta’ e outros mitos do Apocalipse

Dragões, cavalos com cabeça de leão e cordeiros com sete olhos. Essas são algumas das visões do Apocalipse - uma palavra que vem do grego antigo "revelação" e é descrita no último, mais estranho e mais controverso livro da Bíblia cristã. O "livro da revelação" consiste em uma série de visões que seriam uma profecia do fim dos tempos. Foi usado ao longo da história para explicar desastres que vão da peste ao aquecimento global, passando pelo acidente nuclear de Chernobyl. Algumas figuras e palavras conhecidas, como por exemplo Armagedom, também vêm do Apocalipse, embora nem todos saibam disso. E o livro tem diversas influências em livros, cinema e música até hoje. Mas, quando João escreveu o livro, no século 1, ele não estava apenas querendo explicar acontecimentos futuros. Alguns acadêmicos acreditam que ele usava códigos e símbolos para alertar os cristãos da época sobre a adoração ao imperador de Roma e lançar um ataque ao poderoso regime. O "número da besta" -...
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Audrey Munson: A modelo que inspirou famosas estátuas de Nova York, mas morreu esquecida

As ruas e prédios de Nova York exibem belos monumentos e estátuas, geralmente de figuras femininas. O que poucos sabem é que uma só mulher foi a inspiração e modelo para grande parte dessas obras do início do século 20: Audrey Munson. Estátuas famosas de locais como a Biblioteca Pública de Nova York, a entrada da Manhattan Bridge e a Columbus Circle foram criadas a partir de sua beleza. No topo do prédio da prefeitura, no sul da ilha, está a maior delas, de mais de 7,6 metros de altura. A vida da modelo e atriz de cinema mudo virou recentemente um livro, escrito pelo jornalista James Bone. O título da biografia já mostra que sua trajetória não foi nada comum: The Curse of Beauty: The Scandalous and Tragic Live of Audrey Munson, America's First Supermodel ("A Maldição da Beleza: A Vida Escandalosa e Trágica de Audrey Munson, Primeira Supermodelo dos Estados Unidos", em tradução literal). Munson viveu bastante, até os 104...
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