Serviço de streaming cai no gosto do brasileiro

Com conteúdo que inclui produções originais brasileiras, alguns se destacam até fora do país na busca de diferencial

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Fotos: Divulgação

Com a chegada da Netflix ao Brasil, o interesse dos brasileiros no serviço streaming cresceu, já que o acesso fácil, permite ver filmes e programas via web, Android e iOS.

Consequentemente surgiram versões nacionais do serviço, como Looke que, além de produções variadas, tem a opção offline disponível para os assinantes. O Looke também aluga filmes, fazendo as vezes das velhas locadoras.

Já no Afroflix o acervo tem foco em produções afros, com algumas exclusivas. Um conteúdo que vai de filmes a documentários, o qual já chama atenção no cenário mundial. Enquanto o Clapme permite que o assinante tenha acesso aos mais variados shows, no conforto VIP de casa.

No entanto, um dos acervos que mais se destaca é o de clássicos do cinema e TV encontrados no Oldflix, que vão das comédias em preto e branco, ao terror de Drácula. Séries variadas, inclusive clássicas animações, como ‘A Pantera Cor-de-rosa’. Em entrevista ao jornal O Estado RJ, Wagner Wanderley falou do conteúdo diferenciado do serviço.

O Estado RJ: Como é feita a seleção de conteúdo para o Oldflix?
Wagner Wanderley: Sempre com o nosso curador e alguns colaboradores nas nossas redes sociais.

OERJ: O público alvo são apenas os brasileiros?
WW: Por enquanto sim, por ser um país continental, mas iremos para outros países. A meta agora é inovar a plataforma, abrir parcerias e atingir o nosso público alvo no Brasil e depois no mundo.

OERJ: Em relação ao áudio, apenas originais com legendada em português, ou tem opção dublada?
WW: Depende do título, e como está a disposição na distribuidora. Temos muitos em três versões legendada, dublada e original.

OERJ: Como visto no video de apresentação no RCM2017, há espaço para clássicos como os filmes mudos de ‘Chaplin’ e também têm clássicos mais recentes, como a franquia ‘Star Wars’. Pode falar um pouco mais sobre o conteúdo disponível?
WW: Hoje temos vários clássicos retrô, e as empresas que trabalhamos tem um acervo de mais de 25 mil títulos. A nossa meta ter sempre títulos de 10 anos para trás, até a década de 30.

Por

anny.lucard@oestadorj.com.br

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